Segundo a McKinsey Global Institute, o mercado de joias, que tem previsão de crescimento médio de até 6% ao ano, deve chegar aos U$250 bi em 2020. No Brasil, mesmo em meio à uma crise econômica, cresceu na média 35% nos últimos 5 anos.
Além das boas perspectivas e o aquecimento do mercado, as joias masculinas ganham atenção especial das marcas, que antes focavam apenas em joias para mulheres.
Já se foi a época em que acessório para homem era apenas relógio de pulso. Nos últimos quinze anos aumentaram-se significativamente a oferta de pulseiras, colares, anéis e até brincos dedicados aos homens.
Nesse cenário, destacam-se as joias de aço, que associam o emprego de novas tecnologias de fabricação à inovação de materiais. Eles já sabem: o acessório certo deixa o visual mais interessante.
“A mudança de hábito do homem brasileiro começou nos anos 90, quando o público masculino começou a se preocupar mais com a aparência e passou a frequentar barbearias”, afirma Claudinei Parro, diretor comercial da Convex. A inclusão dos acessórios acabou acontecendo naturalmente nesse contexto.
Maior fabricante de joias de aço no Brasil, a Convex, tem em seu portfólio joias de vários estilos que agradam muitos gostos. Além do Aço 316L, considerado 4 vezes superior ao que conhecemos como “aço cirúrgico”, a marca aposta em joias de Couro Ecológico e Caucciù (borracha italiana que não resseca), associados ao aço.
O que comprova o crescimento do mercado de acessórios para o público masculino vem de uma estatística interna da empresa: “Há 10 anos atrás, fabricávamos uma linha pequena de produtos específicos para homens. Hoje, somam quase de 40% das nossas joias”, conclui Claudinei.
Se haviam dúvidas de que esse cenário é real, assistimos nessa semana a marca francesa Louis Vuitton, sob o comando de Virgil Abloh, anunciar o lançamento de uma coleção específica de joias masculinas. Inspiradas em clipes de papel, as joias serão fabricadas sob demanda.